terça-feira, outubro 07, 2008

Uma inconstância real
A vida, uma insegurança total

Certezas temos de inevitáveis finais
Ao tempo somos desleais
Ao mundo somos imortais

Viver sem saber, destino de muitos
A certeza do ser e o que vai acontecer
Comforto de poucos
Como se render ao que parece tão louco?
Como perceber esse amor proposto?

Amor desarmado, amor inalterado
Amado somos, realidade imutável
Percepção á muitos falta
Inocência, compreensão, quase contraditórias
Será que realmente existe? Talvés se pergunte
O que pela vida o simples, o ingênuo, desvaneceu

Amor profundo, Maior que o mundo
Espera ansioso o abrir dos olhos, dos braços e do coração
Se abertos estão, entrará para sempre
Na inconstância que ando, sei da certeza a mão
Certeza hoje e sempre
Amada!